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sábado, 1 de agosto de 2020

COVID-19 E SUAS ESTATÍSTICAS


O Brasil já se aproxima dentro das estatísticas de mortes por COVID-19, a marca de 100.000 vítimas, até a data de hoje, contabilizando os casos por regiões, o Sul (5.076), Centro-Oeste (5.414), Norte (11.915), Nordeste (28.939), Sudeste (42.219).

Em Rio Largo.

Atendo-se ao município de Rio Largo, já são contabilizando estatisticamente, 14 novos casos, com um acumulo de 1.367 infectados, e 65 óbitos acumulados, são números estatísticos, que nos deixam apreensivos ante a letalidade desse vírus, e que ainda assim, muitas pessoas não estão tomando os zelos devidos, em consequência faz com que o vírus circule com mais facilidade, fazendo os números de vitimas aumentarem de forma rápida.

Os cuidados.

O uso da máscara, o álcool em gel, o distanciamento, e o isolamento social, evitar aglomerações ainda são as ações paliativas para que o vírus não dissemine de forma abrupta, até que não se descubra uma vacina eficaz contra o SARS-COV-2, a tendência é que ele permaneça em nosso convívio por um bom tempo, a Rússia já anunciou a vacinação em massa para o mês de outubro de 2020, segundo o site uol.com.br (click aqui: https://cutt.ly/edsNRkV ).

Brasil versus EUA.

 No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro, curado da COVID-19 recentemente, na última sexta-feira disse que provavelmente todos no Brasil acabará se infectando, pedindo que a população “o enfrente”, afirmando ainda que não existe nada para temer. Declarações em um momento que o país lamenta a morte de 92.500 vítimas, e um pouco mais de 2,5 milhões de casos confirmados de contaminação pelo vírus, o segundo país mais afetado do mundo, perdendo para o EUA, em que seus presidentes seguem juntos a mesma politica de combate ao COVID-19, coincidências ou não, até quando Donald Trump e Bolsonaro permanecerão de braços cruzados, assistindo seus cidadãos serem vitimados?


domingo, 11 de dezembro de 2016

A verdade não há!

Vivemos em um sistema superavitário na previdência social, porém a imprensa brasileira em conjunto com o governo brasileiro alardeia fatos inverídicos, sensacionalistas e tendenciosos, para estimular a sociedade a crer que a previdência  social esta falida, e que é necessária fazer uma grande reforma, redutora de direitos, que dificultam e diminuem os acesso aos benefícios, bem como os valores do benefícios, e só atendem os interesses da financeirização da previdência.

Na verdade o Brasil nos dias atuais chega a um superavit de 16 bilhões de reais, mas que já foi em 1997 demais de 100 bilhões considerado aos valores dos dias atuais, então temos um sistema previdenciário que é financeiramente sustentável, apesar de nos últimos cincos ele tenha ficado combalido em virtude das recessões praticadas pelo governo, ele ainda continua resistindo tal é a fortaleza da sua estrutura financeira.

Inexiste motivos para se fazer a reforma da previdência social, há não ser que seja uma reforma inclusiva, uma reforma que atenda o seguro do padrão de vida minimamente razoável a população que esta ficando idosa e aos trabalhadores que necessitam de atendimento na hora do acidente, ou da doença, é preciso que a população seja tratada com cidadania na forma que necessitem desses benefícios.

Não é no momento de uma recessão que o pais vive é que tem que ser feita uma reforma previdenciária, se uma reforma tiver que ser feita, que seja no momento de crescimento econômico, que seja inclusiva, mas no momento em que existe uma recessão, desemprego e alguns com problema de saúde, fazer uma reforma previdenciária que vai diminuir o salário dos trabalhadores e até desvincular da previdência; isso não é uma reforma, é um genocídio.

O objetivo da política recessiva são dois, redução de salário, e a politica macro econômica esta de olho no fato que nos últimos cinco anos o salário minimo cresceu, cresceram segundo argumentos da classe patronal acima da produtividade, e com isso ouve uma redução dos lucros da empresas, e agora é necessário que se haja a redução do salário, então uma politica recessiva, ela é feita com esse objetivo; reduzir o salário dos trabalhadores no seu ganho real, o segundo objetivo é provocar uma crise tão grande na área social de quebra de receita, que não haverá outra saída a não ser fazer reformas.

Esses recursos que vão tirar da área social se transformarão em pagamentos de juros, em favorecimento ao setor financeiro, ou o setor produtivo através da forma de margem de lucro, logo não trazem beneficio algum a sociedade, não traz crescimento econômico, aprofunda a pobreza, não combate a inflação, os benefícios para população é inexistente e na verdade é um grande prejuízo social e um retrocesso no marco civilizatório deixado pela Constituição Federal de 1988.

É preciso se fazer uma mobilização muito ampla, e não deixar que essa mídia tendenciosa, e um congresso conservador, retrogrado, fascistas roubarem os nossos direitos adquiridos. é necessário que toda sociedade tome conhecimento da verdade que existe por trás dessa reforma da morte.