sábado, 25 de junho de 2016

Rio Largo ainda tem jeito?


Rio largo após suas calamidades publicas que sofreu ao longo dos seus últimos anos com administrações equivocadas, com a enchente no ano de 2010 que ainda esta na memória de muitos cidadãos rio-larguenses, e teve por consequência prejuízos inestimáveis na ordem material, bem como humana. Porém deixando de lado essas mazelas que a vida  nos oferece, tenho informações preciosíssimas que nos salões nobres da nossa capital federal Brasilia, alinhava-se uma candidatura a prefeito nesse município com uma grande possibilidades de Rio Largo voltar a ser uma cidade com capacidade administrativa, de politicas publicas que atenderão todos os anseios da sociedade rio-larguenses, ainda segundo informações esse candidato esta reticente com essa possível candidatura devido ao descredito que a classe politica vem sofrendo ao longo de todos esses anos. Agora é esperar pra ver, e pedir a Deus que nossa Rio Largo mude esse cenário politico que esta se desenhando mais uma vez pelas as mesma caras, mesmo discursos, e a velha rotineira, e paupérrima forma de administrar, os rio-larguenses sofrem com muitos ferimentos que teimam em não cicatrizar, o município sofre, e esta se deteriorando de maneira assustadores, temos os piores índices sociais que um município como Rio largo dada a sua grandeza política não deviria está presente há esses patamares tão absurdos.   



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Quando a ordem vira desordem!






A delapidação do patrimônio público, cultural, e estrutural do município de Rio Largo esta latente, e perceptível a olho nu, e não observam, não emitem, ou omitem a sua opinião quem assim o quer fazer, cada um tem a sua parcela de culpa no caos que se transformou o município, refiro-me ao eleitorado que reelegeu o administrador, e os vereadores que deixaram de desempenhar o seu fiel papel de fiscalizador da administração pública (sic) pois a função legislativa consiste em elaborar, apreciar, alterar ou revogar as leis de interesse para a vida do município. Essas leis podem ter origem na própria Câmara ou resultar de projetos de iniciativa do Prefeito, ou da própria sociedade, através da iniciativa popular. Quando a ordem de natureza jurídica é atropelada, tudo começa a desandar, e as consequências é a falta de políticas públicas, e a sociedade sofre com a escassez de medicamentos, acumulo de lixo, educação e saúde má qualidade, falta de infraestrutura, e tantos outros malefícios de uma administração equivocada, e de olho grande nos recursos oriundos do governo federal. Enquanto isso a sociedade vislumbra o gestor montado em seus carrões desfilando pelas ruas esburacadas do nosso município. no entanto ainda acredito que nem tudo esta perdido, e confio nos homens de bem, e filhos naturais dessa terra que possam ter se ausentado, mas que um dia voltarão a por a ordem que Rio Largo tanto necessita, e que um dia foi já foi prospera, gerou divisas, e emprego a todos os seus cidadãos alagoanos.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Qual a legalidade no gasto desnecessário do dinheiro público?



Prédio onde séria a Maternidade de Satuba

Há alguns dias publiquei na rede social Facebook sobre a derrubada do que seria a maternidade de Satuba, que teve sua estrutura erguida na época pelo então prefeito Adalberon de Moraes Barros construção ambiciosa, porém de uma visão administrativa muito inteligente, e precisa, pois beneficiária não só a sociedade satubense, bem como as cidades circunvizinhas.

Tudo que a prefeitura faz (bem ou mal), faz com o seu dinheiro, com o dinheiro do seu vizinho, do motorista do ônibus, do porteiro, do patrão, de todo mundo. Todo mundo paga imposto. Alguns muito. Alguns pouco. Alguns mais do que deveriam pagar. Alguns menos do que deveriam. Mas todo mundo paga imposto. Até os miseráveis que não têm onde cair mortos pagam imposto. Não acredita? Até quando se compra um pão se paga imposto. É isso aí: o dinheiro que viabiliza as obras do presidente, do governador e do prefeito é nosso. É de todo mundo. É público.

Por isto é que a população deve participar nas diversas etapas da elaboração do orçamento, para ajudar a fazer com que o dinheiro público do seu município seja bem aplicado, ou seja, que atenda da melhor forma possível às necessidades da sua população. A Prefeitura cobra impostos, taxas e contribuições (tributos) para poder ter dinheiro para cumprir as suas obrigações, como asfaltar ruas, construir escolas, hospitais, pagar os médicos e professores, e muito mais coisas até o automóvel de luxo, a energia elétrica, o telefone e o combustível usados por todos.

Uma parte da receita (o dinheiro) da Prefeitura vem dos tributos pagos pela população do município. O IPTU e o ISS são os dois impostos que mais rendem dinheiro para a Prefeitura.
O IPTU - Imposto Predial e Territorial Urbano é pago pelos proprietários de casas, apartamentos, prédios e terrenos residenciais e não-residenciais. Ele varia conforme o tamanho e a localização do imóvel ou terreno.

Será que é prioridade do município de Satuba a derrubada do que séria a maternidade? Para muitos que vivem sobre as mamatas da Prefeitura Municipal de Satuba dirão que sim, o que é “normal”, no entanto imoral, e ilegal, quando defendi a permanência daquele prédio, e com ele construísse um centro administrativo para comportar várias repartições que se encontram em imoveis alugados, logo apareceu alguém que fosse a favor da derrubada do prédio, sobre pretexto que o prédio tinha se formado em guarida de desocupado, no entanto a realidade é que um dos seus prédios é alocado a Prefeitura Municipal de Satuba.

Prédio da Maternidade de Satuba sendo demolido


Enquanto isso a Câmara de Vereadores, que só tem de  oposição, o vereador Galvão, ao entrar em contato com o mesmo, ouvi dele que em momento algum aquela casa representativa havia sido contactada sobre a derrubada, e em sua grande maioria apoia os gastos de dinheiro públicos sem a chancela da legalidade, e da moralidade administrativa, pois força alguma tem para contestar.

É fundamental não confundir discricionariedade com arbitrariedade. Enquanto a primeira indica um comportamento legal e legitimo, e pautado pelo limite que a lei impõe, a segunda traduz um comportamento que extrapola os limites da lei e que, portanto, dá causa à eliminação do ato praticado, exatamente por ser totalmente contrário ao Estado de Direito.

Não querendo ser redundante, será que é prioritário ao município de Satuba, a derrubada do prédio que seria a maternidade de Satuba?


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A doença do século!

A corrupção é uma doença que mata mais que uma guerra, vitima mais gente que a própria droga, é pior que o câncer, e ainda mais nociva que a própria AIDS, e por causa dela é que existe a prostituição, e consequentemente o menor abandonado, que faz nascer o menor infrator, o viciado, o traficante, o assaltante, e o assassino.

E como uma verdadeira Metástase  – ganham assim uma via de disseminação – Uma patologia social  que atinge todas as camadas sociais e todos os setores da sociedade, pois a mesma não se confunde com conhecidos rostos marcados pelo cinismo de quem nada esconde e julgar necessário esconder, pois não só goza de imunidade como até mesmo declara impunidade.

Prosseguindo em sua caminhada devastadora transforma vícios em virtudes, e a discussão vai ganhando novas dimensões, ou seja, a corrupção já se transformou numa especie de subcultura, em que a ética deixou de ser um dever cívico, e primordial de um bom cidadão – Pelo qual fazia seus negócios pela sua palavra – ou seja, não fugava jamais da palavra que havia empenhado, pois se assim fizesse seria a maior vergonha da sua vida.

Enquanto isso os ignóbeis senhores disseminadores da doença “CORRUPÇÃO” aproveitam-se das circunstâncias que lhe fora oferecida para se apoderar daquilo que é bem público, desviando verbas monstruosas que aparecem em todas partes, das mais precárias condições do saneamento básico, até as precárias condições hospitalares, escolares, e nas marcas vivas do flagelo da segurança pública, onde os prometidos projetos nunca chegam, nem tampouco se avistam tais verbas.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

SATUBA DE SANGUE II


A violência não acabou ela só deu um tempo, estou pasmo, e não poderia calar-me diante de qualquer injustiça, e independente de quem quer seja. Assisti a reportagem nos programas policias sobre a prisão dos acusados dos últimos crimes que atormentaram, e tiraram o sossego dos munícipes satubenses, e como já havia dito que seria temerário ouvir da cúpula da Secretaria de Segurança Pública, que tudo já estava praticamente resolvido, com as prisões dos acusados a violência iria acabar em Satuba, pois querem que engulamos goela abaixo, que os mesmo estão envolvidos em quarenta homicídios, ora sabemos que isso não é verdade, pois daqui a pouco vão culparem os mesmos pela falta de água em Satuba, e demais descasos sociais que vivenciamos em nosso município. Não calarei enquanto os gestores satubense tomarem uma iniciativa e saírem dessa pasmaceira que toma conta de muitos políticos satubense, ao qual só tem voz quando o assunto é dinheiro público, e para defenderem seus próprios interesses, digo isso porque defender os satubenses dos braços armados da impunidade é tão importante como defender a diáspora do conjunto Margarida Procópio, enquanto isso o povo satubense vive as mínguas, vitima da violência, do descaso da CASAL, e da ausência do serviço público de qualidade. Fiquemos em alerta povo satubense, a violência ainda não acabou, ela só deu um tempo, e mudara de nome.